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    50 anos da Embrapa Cerrado

    50 anos da Embrapa Cerrado

    A Embrapa Cerrados é uma das 43 Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

    Foi criada em 1975 com o desafio de viabilizar a produção agrícola no Cerrado brasileiro. A Unidade é um centro de pesquisa ecorregional cujo foco é o desenvolvimento sustentável da agricultura no Bioma Cerrado.

    Celebrar os 50 anos da Embrapa Cerrado é reconhecer a força da pesquisa que transforma sementes em produtividade, conhecimento em sustentabilidade e sonhos em colheitas abundantes.

    A Piraí parabeniza essa história que ajudou a tornar o Cerrado uma das regiões agrícolas mais produtivas do mundo. Muito obrigado por tamanha tecnologia, que tanto contribuiu para o desenvolvimento da agricultura tropical brasileira.

    Confira o vídeo institucional Embrapa Cerrados 2025 https://youtu.be/Z4Ir9Z6culU?si=ivsZFPQ7Pwrk6Uux

    Cana-de-açúcar no Brasil alcança terceira maior safra

    Cana-de-açúcar no Brasil alcança terceira maior safra

    A moagem de cana no Brasil atingiu 613,6 milhões de toneladas até dezembro de 2024, consolidando a safra como a terceira maior do Centro-Sul e com chances de alcançar a segunda posição até março de 2025.

    A produção de açúcar foi ajustada para 48,2% da cana, enquanto o etanol mantém estabilidade no mercado, com preços subindo para R$ 2,70 por litro, o maior valor desde abril de 2023.

    Com boas chuvas e um clima favorável no final de 2024, as perspectivas para a colheita de 2025 são promissoras. O Brasil segue sendo líder mundial na produção de açúcar e etanol, essencial para a economia agrícola do país.

    Matéria disponível aqui

    Especialista da Embrapa fala sobre uso de plantas de cobertura para preservar solo.

    Especialista da Embrapa fala sobre uso de plantas de cobertura para preservar solo.

    O método de cobertura do solo tem se destacado como uma solução eficiente para a produção agrícola, especialmente em safras de grande volume. A técnica consiste no plantio de espécies específicas após a colheita da cultura principal, permanecendo no solo durante o período seco, como no Cerrado.

    Essa prática, comum no sistema de planejamento direto, traz benefícios como fixação de carbono, ciclagem de nutrientes, proteção contra erosão, redução da temperatura do solo e controle de pragas. No final do ciclo, as plantas de cobertura ainda servem como adubo natural.

    Com funções diversas, algumas espécies também auxiliam no controle de nematoides, como crotalárias, estilosantes e braquiárias. Hoje, há uma ampla variedade de cultivares disponíveis, adaptadas às necessidades da agricultura moderna.

    Quem conta essas informações é o pesquisador da Embrapa, Marcelo Ayres.

    Confira o vídeo completo através do link: https://www.youtube.com/watch?v=dAk6I7Kh-dE

    Investimento buscará novas tecnologias para a cana

    Investimento buscará novas tecnologias para a cana

    O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) receberá da Finep um total de R$ 72,6 milhões em subvenções para o desenvolvimento de três iniciativas no setor sucroenergético. Os acordos, com duração de 36 meses, também preveem investimentos de R$ 77,9 milhões por parte do CTC. As ações incluem a construção de uma Planta Demonstrativa de Sementes, a Integração de Tecnologias para a Produtividade da cana-de-açúcar e o Desenvolvimento de Variedades Resistentes a Pragas. Essas iniciativas têm como foco a biotecnologia e a sustentabilidade, áreas-chave para o avanço do setor.

    A parceria, financiada pelo programa Mais Inovação Brasil, visa melhorar a produtividade e a sustentabilidade da produção de cana-de-açúcar no Brasil.  “Nosso objetivo é implementar tecnologias de ponta que ampliem a produtividade dos canaviais brasileiros e, ao mesmo tempo, reduzam significativamente as emissões de gases de efeito estufa”, destaca Cesar Barros, CEO do CTC. A meta do CTC é dobrar a produtividade dos canaviais nos próximos 20 anos, posicionando o Brasil como líder global na bioeconomia.

    Celso Pansera, presidente da Finep, enfatiza que o investimento reflete o compromisso com a inovação no agronegócio. Segundo Pansera, o desenvolvimento de sementes sintéticas poderá revolucionar o setor, aumentando a produtividade, as margens agroindustriais e a redução das emissões de gases de efeito estufa. “O desenvolvimento da semente sintética poderá significar uma revolução para o setor, com aumento de produtividade e de margens agroindustriais, além da redução de emissões de gases do efeito estufa”, conclui.

     

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    Macrologística agropecuária brasileira

    Macrologística agropecuária brasileira

    O Sistema de Inteligência Territorial Estratégica (SITE) oferece uma visão abrangente sobre a logística agropecuária brasileira, reunindo dados atuais e históricos das principais cadeias produtivas de exportação do país: algodão, bovinos, café, cana-de-açúcar, galináceos, laranja, madeira para papel e celulose, milho, soja e suínos.

    Por meio de painéis interativos, a plataforma permite a geração de milhares de mapas e gráficos, abrangendo aspectos como produção e exportação desses produtos. Também fornece análises detalhadas sobre a concentração espacial de rebanhos e lavouras, além de identificar áreas de origem, destino e os terminais preferenciais de escoamento para o mercado internacional.

    Nesta segunda versão, o SITE da Macrologística Agropecuária Brasileira incorpora informações adicionais, como dados sobre armazenagem, estruturas de processamento de grãos, carnes e cana-de-açúcar, bem como estimativas de demanda e oferta potencial de nutrientes agrícolas nas diversas regiões do país. A ferramenta também apresenta as bacias logísticas, que agrupam microrregiões exportadoras de grãos que utilizam os mesmos portos como principais rotas de escoamento.

    De acesso livre e gratuito, o SITE é uma ferramenta estratégica para empresas de comercialização, operadores logísticos, associações de produtores e agentes portuários. Sua utilização permite planejar melhorias logísticas que fortalecem a competitividade da agropecuária brasileira, além de oferecer suporte na definição de investimentos e políticas públicas.

     

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    Adubação verde eleva produtividade no cultivo de milho

    Adubação verde eleva produtividade no cultivo de milho

    No Seminário Nacional de Pecuária Orgânica, o pesquisador João Paulo Guimarães, da Embrapa Cerrados, apresentou dados de uma pesquisa realizada com produtores do Distrito Federal, centrada na aplicação de adubação orgânica e no cultivo de milho em sistemas agrossilvipastoris. A iniciativa, promovida pelo Instituto Federal de Brasília (IFB), reuniu técnicos, produtores e acadêmicos para discutir práticas agroecológicas, com ênfase na fertilização orgânica e no respeito ao meio ambiente.

    Segundo informações divulgadas pela Embrapa Cerrados, o estudo comparou o manejo orgânico da pastagem com o convencional em experimentos com e sem o uso de adubo verde, incorporando plantas como a crotalária antes da implementação da pastagem. Conforme o pesquisador, foi possível observar o aumento na produtividade, especialmente no tratamento orgânico, e uma elevação nos teores de Fósforo e Potássio no solo, essenciais para o desenvolvimento do milho. O pesquisador explicou que o uso de adubação verde pode contribuir para uma produção mais sustentável, reduzindo a dependência de fertilizantes químicos.

    O experimento destacou o papel das leguminosas, como a crotalária, na fixação natural de Nitrogênio, essencial para o crescimento do milho e a fertilidade do solo. Guimarães enfatizou que o manejo orgânico, aliado a técnicas como o consórcio com gramíneas e o uso de fontes naturais de Fósforo e Potássio, apresentou resultados produtivos e econômicos. O sistema agroecológico, além de fornecer produtos orgânicos com maior valor agregado, foi implantado em uma área de 1,2 hectares cedida pela Coopa-DF, onde também foi cultivado milho, mandioca e batata-doce.

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